Sem insumos, Butantan para de fabricar CoronaVac

Principal vacina contra a Covid-19 em uso no Brasil, a CoronaVac teve sua produção interrompida pelo Instituto Butantan por falta de insumos provenientes da China, que está concentrando recursos na imunização no próprio país. A instituição, ligada ao governo paulista, ainda fará uma entrega ao Ministério da Saúde na próxima semana, já que tem um estoque de 2,5 milhões de doses prontas em processo de controle de qualidade. (CNN Brasil)

Um dia, 4 mil mortos: a tragédia brasileira

Até ontem, apenas os Estados Unidos haviam registrado mais que quatro mil mortes por Covid-19 num único dia. Agora há mais um, o Brasil. Segundo dados levantados junto aos estados pelo consórcio de veículos de comunicação, foram computados ontem 4.211 óbitos, aproximadamente uma morte a cada 20 segundos. O total de vítimas fatais no país chegou a 337.364, com média móvel de 2.775 em sete dias – alta de 22% em relação ao período anterior. (G1)

STF decide amanhã abertura de igrejas e Lula já aparece a frente de Bolsonaro em pesquisa XP/Ipespe

A polêmica liminar do ministro do STF Kássio Nunes Marques liberando cerimônias religiosas presenciais no auge da pandemia vai ser analisada pelo Plenário antes do que ele gostaria. Como já se especulava ontem, o ministro Gilmar Mendes foi no caminho oposto numa ação proposta pelo PSD e manteve a proibição imposta pelo governo de São Paulo. Como há divergência entre as duas decisões, o presidente do STF, Luiz Fux, marcou para amanhã uma sessão do Plenário (virtual) para pacificar a questão. A tendência é de que a decisão de Marques seja derrubada. (G1)

MARQUES LIBERA CULTOS, STF DEVE LEVAR CASO A PLENÁRIO

Causou grande mal estar entre os ministros do STF a decisão de Kássio Nunes Marques, nomeado no ano passado por Jair Bolsonaro, de liberar a realização de cerimônias religiosas presenciais em todo o Brasil, justamente no momento mais grave da pandemia de Covid-19. A liminar contraria o entendimento do Plenário do Supremo de que estados e municípios têm autonomia para estabelecer regras de distanciamento social e restrição de atividades. Já há um movimento da Corte para que o presidente Luiz Fux leve o caso ao Plenário. Há inclusive uma estratégia para isso. Gilmar Mendes, que criticou acidamente Nunes Marques no julgamento da suspeição de Sérgio Moro, analisa uma ação semelhante, proposta pelo PSD. Se for na contramão do colega e rejeitar a liberação das cerimônias, o assunto irá para o Plenário automaticamente. (Globo)

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